segunda-feira, 17 de setembro de 2012
O amor aqueceria os seus ossos.
Quem dera minha vida fosse cheia de tua vida,
e assim pudesse amar-te como penso que poderia,
seria eu assim como o que diz ser mais feliz.
Que por afeto, na insistência você me disse:
não é de amor que vive homem.
E te mostro que não só de amor, mas
amando fundido em razão, pois sem razão,
o amor queimaria até a si se destruir.
Que sem desejo, e por teima você me disse:
Quem era eu se não o desconhecido,
quando falaste de amor.
Sinto eu que já não te conheço sim
e mesmo tendo sido meus labios abrigo para teus labios
já não te conheço, e pensando assim penso que nunca te conheci,
pois quando pensei ser, você mudou e mudou de mim.
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