sexta-feira, 20 de maio de 2011

Culpa tua.

Culpa tua sim, por ser tão assim, mais culpar a mim, é mais fácil enfim, se jogar ao chão e ao sentir o chão, se encontrar perdido, sem abrigo, sem um cais...

Fortes temporais, em alguém que faz ser feliz demais, ir longe demais, sem saber voltar.

Ah você, que não sabe quem, que com ferro feri, assim, será ferido, e sem abrigo, se jogar aos pés de um novo alguém, pois nem sabe em quem se transformou...

Culpa tua sim, por ser tão assim, mais culpar a mim, é mais fácil enfim, se jogar ao chão e ao sentir o chão, se encontrar perdido, sem abrigo, sem um cais...

sábado, 7 de maio de 2011

Sozinho.

Vi de longe romances, e em meu corpo a solidão, fincada, como quem já conhece, participa e por inteiro se faz, já não mede esforços nem pra dar, nem pra ter, dizem que por amor, dizem que por...

Vi de longe a clareira, e a fumaça, a avisar, ali tem alguém, como quem já não sei, iluminando o céu, destoando à noite, clareira, faz de si o argumento pra não morrer de sofrimento, por estar tão só.

Quem assim é tão só, como esse que corre, que nada, e que voa, com ajuda do mundo, faz de tudo um pouco, renegado e moribundo é na vida mais um, só mais um...